segunda-feira, 2 de outubro de 2017

São Tadeuzinho

Da última vez em que fiquei na casa do meu primo-irmão Serginho, no RidiJanêro, eu quebrei o São Judinhas Tadeu, no quarto do filho dele, o Bê.
Ceis já devem saber o quanto eu sou desastrada, né? Lembram da garrafa d´água que eu derrubo todos os dias na minha mesa.
Mas é que o São Judinhas Tadeu é pequininim demais da conta, sô. Não vi. Mas voltando ao drama...
A Aninha vai ficar na casa do Sérgio na semana que vem e que eu achei, numa loja no Mercado Central, um São Tadeuzinho igualzim ao que eu quebrei, pra mandar pro Bê.
Uma loja cheinha de santos. Cheguei na loja, tinha santo pra tudo quanto é lado, só não tinha ninguém pra atender.
Eu e o Joney, meu amigo, pensamos até que era Deus que estava lá de atendente. Tentamos contato. Nada. Chegou um rapaz, enfim, pra me atender. Perguntei:
- Cê quié Deus?
O rapaz não entendeu nada.
Comprei o São Tadeuzinho.
Quero benzê-lo com água benta pra ficar igual ao outro. Inclusive, o atendente Deus apareceu com uma garrafinha de água, em determinado momento, e eu, toda enxerida, pedi:
- Me empresta essa água pra eu benzer o São Tadeuzinho?
Ele me olhou esquisito. Só. Entendi aquilo como um "não".
Mas o que eu quero saber doceis é seu eu posso levar o São Tadeuzinho pra benzer na Igreja Santantonho, perto da minha casa, ou se é só na Igreja São Tadeuzinho, que não tenho ideia de onde seja. Sou agnóstica, né, gente? Não tenho ideia de como funcionam esses paranauês católicos.
Se eu benzer São Tadeuzinho na Igreja Santantonho, Deus perdoa um bocado dos meus pecados ou me manda mais fundo pro inferno?
Grata!